Como se orientar no povoamento: 'Finisterra' e a emancipação pelo signo
DOI:
https://doi.org/10.21747/21828954/ely27a6Resumo
O presente texto busca fazer uma leitura de Finisterra, a partir do paradigma da orientação (Kant, 1786) onde se funda um modelo topográfico no qual a representação espacial dos objetos permite sua fixação na memória. Paradoxalmente, Carlos de Oliveira desestabiliza verbalmente tanto da paisagem quanto do povoamento, produzindo, mesmo assim uma forma literária de orientação, como se apenas pela literatura fosse possível orientar-se, inclusive cosmicamente.
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