Como se orientar no povoamento: 'Finisterra' e a emancipação pelo signo

Authors

DOI:

https://doi.org/10.21747/21828954/ely27a6

Abstract

O presente texto busca fazer uma leitura de Finisterra, a partir do paradigma da orientação (Kant, 1786) onde se funda um modelo topográfico no qual a representação espacial dos objetos permite sua fixação na memória. Paradoxalmente, Carlos de Oliveira desestabiliza verbalmente tanto da paisagem quanto do povoamento, produzindo, mesmo assim uma forma literária de orientação, como se apenas pela literatura fosse possível orientar-se, inclusive cosmicamente.

Published

2026-06-30

How to Cite

Eduardo Jorge de Oliveira. (2026). Como se orientar no povoamento: ’Finisterra’ e a emancipação pelo signo. ELyra: Revista Da Rede Internacional Lyracompoetics, (27), 111–122. https://doi.org/10.21747/21828954/ely27a6