Paisagens da voz em Carlos de Oliveira

Authors

DOI:

https://doi.org/10.21747/21828954/ely27a7

Abstract

O texto propõe uma releitura de algumas coordenadas da obra de Carlos de Oliveira a partir da voz, deslocando assim o privilégio epistemológico tradicionalmente concedido à visão na leitura da sua obra, posição que o entendimento de Finisterra Paisagem e Povoamento como uma teoria da mimese contribuiu para reforçar. Percorrem-se alguns exemplos entre o vocal e o infravocal, que contribuem para a produção de um contínuo humanimal, bem como a teoria de ecos e ressonâncias que a voz arrasta consigo, em particular nas obras finais.

Published

2026-06-30

How to Cite

Osvaldo Silvestre. (2026). Paisagens da voz em Carlos de Oliveira. ELyra: Revista Da Rede Internacional Lyracompoetics, (27), 123–133. https://doi.org/10.21747/21828954/ely27a7