Paisagens da voz em Carlos de Oliveira
DOI:
https://doi.org/10.21747/21828954/ely27a7Abstract
O texto propõe uma releitura de algumas coordenadas da obra de Carlos de Oliveira a partir da voz, deslocando assim o privilégio epistemológico tradicionalmente concedido à visão na leitura da sua obra, posição que o entendimento de Finisterra – Paisagem e Povoamento como uma teoria da mimese contribuiu para reforçar. Percorrem-se alguns exemplos entre o vocal e o infravocal, que contribuem para a produção de um contínuo humanimal, bem como a teoria de ecos e ressonâncias que a voz arrasta consigo, em particular nas obras finais.
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